sábado, 14 de abril de 2012

Aqui o release oficial do CD:

MONA GADELHA LANÇA O CD PRAIA LÍRICA, UM TRIBUTO À CANÇÃO CEARENSE DOS ANOS 70

A cantora e compositora Mona Gadelha lança seu aguardado disco, “Praia Lírica, um tributo à canção cearense dos anos 70”, com repertório do período em que o chamado “Pessoal do Ceará” tornou-se conhecido em todo o país. Concebido para voz e piano, Mona é acompanhada no CD por Fernando Moura, também autor dos belos arranjos.

Praia Lírica, o quinto disco da cantora radicada em São Paulo, traz músicas como “Noturno” (Caio e Graco Silvio), “Paralelas” (Belchior), “La Condessa” (Ricardo Bezerra, Brandão e Ribamar), “A Manga Rosa” (Ednardo), “Astro Vagabundo”(Fagner e Fausto Nilo) e “Lupiscínica” (Augusto Pontes e Petrúcio Maia), entre outros clássicos do cancioneiro cearense.
Identificada com o lirismo que permeia a obra daquela geração, Mona conta que admira profundamente este repertório e partiu para o desafio de cantar, acompanhada por um só instrumento, canções – em grande parte - consagradas nas vozes de seus intérpretes originais. É o caso de “Noturno” por Fagner e “Retrato Marrom”, por Ney Matogrosso. O resultado mostra uma intérprete sensível, madura, capaz de imprimir sua marca em cada uma das faixas do CD, numa “narrativa musicada” daquele que representa um período de ouro da música do Ceará.

Desde a sua estréia em disco, Mona grava autores cearenses. Lançado em 1996, o primeiro trazia “Ingazeiras”, de Ednardo. No segundo, “Cenas & Dramas”, mostrou “Cine Insane Blues”, de Lúcio Ricardo, e sua parceria com Siegbert Franklin, “Bem-me-quer” (onde Você Anda?). Em “Tudo se Move”, mais um autor de sua geração, Valdo Aderaldo, na cultuada “Saint-Denis-Ceará”, parceria com Celso Gutfreind, que ganhou as pistas do mundo no remix do italiano Roby Colella, e a elogiada regravação de “Bloco da Solidão”, de Evaldo Gouveia e Jair Amorim, com arranjo de Fernando Moura.

Texto de Gilmar de Carvalho sobre o CD Praia Lírica

UM LUGAR, DOZE CANÇÕES

“A Praia Lírica não é um sonho de Lugar, mas um devaneio de artista. Ela pode sematerializar, como uma alegoria, no display de um ipad, no espelho no qual Mona Gadelha retoca um batom moderno, ou flutuar no campo das memórias.

A Praia Lírica é uma releitura (possível) de um cancioneiro cearense que faz parte da tradição da Música Popular Brasileira.
Mona Gadelha canta esses clássicos com a maturidade e despojamento de quem busca oessencial. Nunca um piano foi tão companheiro nessa aventura de mergulhar no tempo e buscar o que esse canto tem de eterno. Praia Líricaé o instante em que o universal se afirma, como sentimento do mundo e o canto faz questão de ignorar fronteiras de tempo ou e espaço.”

Gilmar de Carvalho

Mais Informações:

Brazilbizz Comunicação
Maira Sales – brazilbizz@gmail.com

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